Encontro tratou da recolocação, qualificação e normatização dos profissionais no mercado de trabalho

Durante visita ao Conselho Regional dos Técnicos em Radiologia de São Paulo da 5ª Região (CRTR-SP), realizada nesta segunda-feira, 16/4, Manoel Benedito Viana Santos (à esquerda na foto), presidente do Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER), recebeu, junto com o presidente do CRTR/SP, Agnaldo da Silva (à direita na foto), representantes da radiologia industrial.

No encontro foram apresentadas as condições, dificuldades e qualificação dos profissionais que atuam em empresas, bem como a necessidade de normatizar e reinserir agentes da radiologia no mercado de trabalho. Um dos pontos destacados foi a regulamentação necessária à atuação dos técnicos em campo industrial.

Na sede do CRTR-SP, entre os presentes,  estavam a supervisora de radioproteção    Kenia Mares de Freitas e o empresário Hélio Terni, diretor técnico da Diagnostic,    empresa de raios X industrial. Kenia apresentou as necessidades de normatizar    a atuação dos profissionais que trabalham    fora da área médica. “Com a nova medida    do CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear), que trouxe a obrigatoriedade do certificado para o exercício da profissão no ramo industrial, os trabalhadores se viram numa situação ambígua”, argumentou a supervisora.

Foi proposta a inserção da radiologia industrial nas atividades do CONTER e, na ocasião, levantada a possibilidade de uma parceria para que sejam oferecidos estágio e treinamento para os estudantes e recolocação de profissionais, respectivamente.

Diante do exposto, o presidente do CONTER afirmou que veio imbuído para essa gestão reforçando a tecnologia como ferramenta para busca de soluções. “A cada dia que passa a qualificação é mais importante para a nossa classe”, afirmou Manoel Benedito Viana Santos.

Encerrado o encontro, tanto a supervisora de radioproteção, quanto o diretor técnico da Diagnostic revelaram ter ficado satisfeitos com o resultado da conversa. “Gostei muito. Até então, quando se falava em Conselho, a reação era negativa. Mas podemos fazer diferente. O mais importante é o trabalho conjunto”, avaliou Kenia de Freitas.