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Proteção Radiológica

No MPT, CONTER defende que scanners da Fundação Casa sejam operados por profissionais da Radiologia

 

Na quarta-feira (05), os presidentes Júlio César do Santos (CRTR-SP) e Luciano Guedes (CONTER) se reuniram com procuradores do MPT, em audiência oitiva de testemunhas, para defender que scanners da Fundação Casa sejam operados por profissionais da Radiologia.

O Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER) recebeu uma informação preocupante referente ao trabalho de inspeção e segurança na Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (Casa), em São Paulo: não há controle de dose de radiação na operação dos bodyscans.

O pedido de auxílio e orientação veio do Sindicato de Socioeducação de São Paulo (SITSESP). Por isso, o presidente do CONTER, Luciano Guedes, e o presidente do Conselho Regional de Técnicos em Radiologia de São Paulo (CRTR5), TR. Júlio César dos Santos, discutiram a questão junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT).
 “A conversa foi positiva e uma nova audiência foi agendada. Nesse primeiro momento, esclarecemos o perigo que as radiações podem exercer aos Indivíduos Ocupacionalmente Expostos (IOE’s). Conforme previsto na legislação, é obrigatória a presença de um profissional das técnicas radiológicas, devidamente habilitado, para a operação do equipamento. Com esse entendimento por parte dos órgãos públicos e da sociedade, podemos traçar estratégias melhores para nossos profissionais”, explica Guedes.
Diante do ocorrido, o CONTER permanece aberto ao diálogo e à disposição de todas as associações e sindicatos de agentes penitenciários, para debatermos a questão de operação de equipamentos.
Também presente na reunião, o presidente do CRTR5, Júlio César dos Santos, destaca que o diálogo com o procurador abre espaço para fomentar a importância do técnico e do tecnólogo em Radiologia na execução desses serviços. “O país conta com mais de 122 mil profissionais das técnicas radiológicas, de modo que o estado de São Paulo é o líder em número de técnicos e tecnólogos. Todos eles estão devidamente registrados e aptos para trabalhos como esse. Não há razão para que trabalhos de inspeção corporal sejam feitos com tamanho risco. Estamos aqui para resguardar a saúde das pessoas”, destaca Julio César.
Compartilhamento: CONTER
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