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Tecnóloga em Radiologia conta como é ser voluntária na vacina contra a Covid

Francini Michelli Vieira Mendes Gomes, 24 anos, residente em Barretos, é graduada em Tecnólogo em Radiologia pela UNIP SJRP, desde 2017. Há um ano e dois meses integra a equipe de Radiologia Convencional na UPA de Barretos, e paralelamente, está montando seu projeto de mestrado para o ano de 2021, que visa reduzir os erros de diagnóstico por imagem.
Como Profissional de Referência, a tecnóloga destaca-se não somente por seus feitos na Radiologia, mas também, pelo bem comum que realiza para a sociedade brasileira frente à pandemia que assolou o mundo neste ano. Francini, é uma das voluntárias nos estudos clínicos de uma das vacinas contra a Covid-19.
Sobre a escolha da Radiologia, Francini conta que sempre teve interesse pelo interior das pessoas. Convivendo em uma família que atua na área da saúde, o desejo de cuidar das pessoas de forma diferente, “olhando de dentro”, era constante, e a Radiologia lhe possibilitou isto. “Somos os olhos que tudo veem. Tenho a certeza de que sem ela [radiologia], não estaríamos tão avançados para a descoberta de milhares de doenças, curas e tratamentos que temos hoje. Não existe algo mais lindo e importante do que ver além da matéria física de algo ou alguém. Daí a certeza em fazer Radiologia”, declara.
Da experiência como voluntária para este marco na história da imunização contra a Covid-19, Francini relata que a vontade de ajudar o mundo a sair deste caos, foi muito maior do que o medo de poder não dar certo. “Para chegarmos à algum lugar precisamos de pessoas dispostas a ajudar, a se voluntariar. Se hoje, tomamos uma vacina de H1N1, Hepatite, entre outras, foi por que alguém lá atrás, se disponibilizou a ajudar, mesmo sabendo que eram testes e que poderia acontecer algo errado”.
Os testes foram iniciados em outubro, pelo Hospital Nossa Senhora, em Barretos. A vacina de placebo ou com o vírus inativo foi aplicada em duas doses, com intervalos de 14 a 18 dias entre uma e outra, e os voluntários, não sabem qual receberam. Francini ganhou um termômetro e um diário para anotar qualquer sintoma após a vacinação, e vem sendo acompanhada pela coordenação do estudo. Até o momento, não teve nenhuma reação.
Com sentimentos de esperança e gratidão por participar de algo tão importante para a sociedade, a tecnóloga conclui que foi maravilhoso fazer parte desta experiência que a fez perceber ter acertado ao escolher a área da saúde. “Me formei para estar sempre ajudando o próximo, e isso nos torna mais humanos, solidários e cuidadosos com as dores do outro, afinal, sozinhos não somos nada”, finaliza Francini.